terça-feira, 17 de outubro de 2023

Objetos Litúrgicos

 AMBULA, CIBÓRIO OU PÍXIDE: É um vaso sagrado parecido com o cálice, porém contém algumas diferenças. Sua copa é mais larga e fechada com uma tampinha acimada de cruzinha. Como o cálice, sua copa deve ser de ouro ou de prata dourada em seu interior. É usado para a conservação das Sagradas Reservas Eucarísticas para a ocasião da comunhão dos fieis no santo sacrifício da missa.

ALFAIAS: Designam todos os objetos utilizados no culto, como por exemplo, os paramentos litúrgicos.


ALTAR: Mesa onde se realiza a ceia Eucarística; ela representa o próprio Jesus na Liturgia.


AMBÃO OU MESA DA PALAVRA: Estante onde é proclamada a palavra de Deus.


ANDOR: Suporte de madeira, enfeitado com flores. Utilizados para levar os santos nas procissões.


BACIA E JARRA: A bacia serve para concentrar a água usada pelo sacerdote após ter lavado suas mãos no rito do lavabo. A jarra contém a água necessária para o rito. Lembra – nos da santidade e pureza com que se deve oferecer o augusto mistério, segundo exprimem o salmo XXV: ” Lavo minhas mãos em sinal de inocência, para andar em torno de Teu altar ó Senhor.”  Sal XXV – VI 


BÁCULO: Bastão utilizado pelos bispos. Significa que ele está em lugar do Cristo Pastor.


BATISTÉRIO: O mesmo que pia batismal. É onde acontecem os batizados.


BURSA: Bolsa quadrangular para colocar o corporal.


CÁLICE: Taça onde se coloca o vinho que vai ser consagrado.


CAMDELABRO: Grande castiçal, com várias ramificações, a cada uma das quais corresponde um foco de luz.


CASTIÇAIS: Suportes para as velas.


CADEIRA DO CELEBRANTE: Cadeira no centro do presbitério que manifesta a função de presidir o culto.


CALDEIRINHA E ASPERSÓRIO: A caldeirinha é um pequeno vaso portátil, usado para se colocar a água benta para a aspersão. Já o aspersório é uma pequena haste com o qual o sacerdote asperge a assembléia ou objetos. Na sagrada liturgia são inseparáveis.


CÍRIO PASCAL: Uma vela grande onde se pode ler ALFA e ÔMEGA (Cristo: começo e fim) e o ano em curso. Tem grãos de incenso que representam as cinco chagas de Cristo. Usado na Vigília Pascal, durante o Tempo Pascal, e durante o ano nos batizados. Simboliza o Cristo, luz do mundo.


COLHERINHA: Usada para colocar a gota de água no vinho e para colocar o incenso no turíbulo.


CONOPEU: Cortina colocada na frente do sacrário.


CORPORAL: Pano quadrangular que o padre desdobra sobre o altar; sobre ele é colocado o cálice, a patena e a âmbula para a consagração.


CUSTÓDIA OU LUNETA: Objeto em forma de meia-lua utilizado para fixar a hóstia grande dentro do ostensório.


CREDÊNCIA: Mesinha ao lado do altar, utilizada para colocar os objetos do culto.


CRUCIFIXO: Fica sobre o altar ou acima dele, lembra a Ceia do Senhor é inseparável do seu Sacrifício Redentor.


CRUZ PROCESSIONAL: Cruz com um cabo maior utilizada nas procissões.


CRUZ PEITORAL: Crucifixo dos bispos.


ESTRANTE: Serve para acomodar o Missal; é colocado sobre o Altar para que o sacerdote acompanhe os ritos das celebrações litúrgicas.


EVANGELIÁRIO: É o livro que contém os texto do evangelho para as celebrações dominicais e para as grandes solenidades.


GALHETAS: Recipientes de vidro onde se coloca a água e o vinho para serem usados na Celebração Eucarística. Ficam no pratinho.


GENUFLEXÓRIO: Faz parte dos bancos da Igreja. Sua única finalidade é ajudar o povo na hora de ajoelhar-se.


HÓSTIA: Pão Eucarístico. A palavra significa “vítima que será” sacrificada. A hóstia magna, maior, é destinada à comunhão do sacerdote. A menor, chamada partícula é destinada a comunhão dos fiéis.


INCENSO: Resina de aroma suave. Produz uma fumaça que sobe aos céus, simbolizando as nossas preces e orações à Deus.


LAMPARINA: É a lâmpada do Santíssimo.


LAVATÓRIO: Pia da Sacristia. Nela há toalha e sabonete para que o sacerdote possa lavar as mãos antes e depois da celebração.


LECIONÁRIOS: Livros que contém as leituras da Missa. Lecionário Semanal, contém as leituras dos dias de semana, a primeira leitura e o salmo responsorial estão classificados por ano par e ímpar, o evangelho é sempre o mesmo para os dois anos. Lecionário santoral, contém as leituras para as celebrações dos santos, nele também constam as leituras para uso na administração de sacramentos e para diversas circunstâncias. Lecionário dominical contém as leituras do Domingo e de algumas solenidades e festas.


LIVROS LITÚRGICOS: Todos os livros que auxiliam na liturgia: lecionário, missal, rituais, pontifical, gradual, antífona.


MANUSTÉRGIO: Toalha com que o sacerdote purifica as mãos, no rito do lavabo, após ter apresentado e incensado as substâncias litúrgicas, pão e vinho, para o santo sacrifício da missa.


MATRACA: Instrumento de madeira firmado por tabuinhas movediças que produz um barulho surdo. Substitui os sinos durante a semana santa.


MISSAL: Livro Litúrgico que contém todo o formulário e todas as orações usadas nas celebrações da missa para todo o ano litúrgico.


NAVETA: Objeto utilizado para se colocar o incenso, antes de queimá-lo no turíbulo.


OSTENSÓRIO ou CUSTÓDIA: É um objeto de ourivesaria destinado a expor o Santíssimo Sacramento à adoração dos fieis ou para levá-lo em procissão. De grande dimensão e magnificência; é uma espécie de sol de ouro, cercado de raios em cujo o centro esta em toda Sua glória e majestade o Santíssimo Senhor Jesus.


PALA: Panosinho sagrado, fixo sobre o papelão, servindo para cobrir o cálice durante o santo sacrifício da missa.


PALIUM: Cobertura com franja, apoiada em quatro varas, que cobre o ministro que leva o ostensório com a hóstia consagrada.


PATENA: Prato onde são colocadas as hóstias para a consagração.


PRATINHO: Recipiente que sustenta as galhetas.


PRESBITÉRIO: Espaço reservado ao sacerdote e aos ministros do altar , fica ao redor do altar, geralmente um pouco mais elevado, onde se realizam os sacramentos da santa igreja de Cristo Deus.


RELICÁRIO: Onde são guardadas as relíquias dos santos.


RITUAIS: É o livro utilizado para orientar os sacerdotes nos rituais de celebração dos sacramentos (batismo, crisma, penitência, unção dos enfermos, ordem e matrimônio).


SACRÁRIO ou TABERNÁCULO: É uma espécie de armário, colocado no altar, no qual se conservam as âmbulas com o Santíssimo Corpo de Nosso Deus Sacramentado. Coberto com seu devido conopeu.


SANGUÍNEOSANGUINHO ou PURIFICATÓRIO: Pequeno pano de forma retangular utilizado para o celebrante enxugar a boca, os dedos e o interior do cálice, após a consagração.


SANTA RESERVA: Eucaristia guardada no sacrário.


SINETA: Conjunto de sinos em um mesmo objeto, utilizado nas celebrações para marcar momentos importantes da missa, principalmente aquele correspondente à consagração do pão e do vinho, que se transformam no corpo e sangue de Jesus.


TECA: Pequeno recipiente onde se leva a comunhão para pessoas impossibilitadas de ir à Missa.


TURÍBULO: É um vaso de metal suspenso de correntes delgadas empregadas para se queimar e oferecer incenso nas celebrações litúrgicas.


VÉU DA AMBULA: Capinha de seda branca que cobre a âmbula quando esta contém a hóstia consagrada. É sinal de respeito para com a Eucaristia.


VÉU DO CÁLICE: Pano utilizado para cobrir o cálice.

Por que usamos diferentes cores na liturgia?

 A liturgia da Igreja Católica é rica em símbolos e significados, os quais expressam o que se crê e vive no cotidiano do decorrer do Ano Litúrgico. Nesta dinâmica da liturgia, há as cores litúrgicas que diz do mistério celebrado e experienciado na vida cristã.

No número 345 da Introdução Geral do Missal Romano (IGMR), sobre as cores em relação as vestes, diz: “A diversidade de cores das vestes sagradas tem por finalidade exprimir externamente, de modo mais eficaz, por um lado o caráter peculiar dos mistérios da fé que se celebram; por outro, o sentido progressivo da vida cristã ao longo do Ano Litúrgico”. Por meio das cores, a liturgia sagrada da Igreja apresenta uma linguagem própria, que envolve os cristãos no Mistério Pascal de Jesus Cristo.

Com isso, as cores litúrgicas, segundo o uso tradicional, conforme a “IGMR” são seis: verde, branco, vermelho, roxo, preto e rosa. Vejamos a seguir sobre o uso de cada uma delas:


Verde

É a cor usada nos domingos do Tempo Comum e também nos dias da semana. Simboliza a esperança.

Branco

É usado nas “Missas do Tempo Pascal e do Natal do Senhor. Além disso, é também usado nas celebrações do Senhor, exceto as da Paixão; nas celebrações da bem-aventurada Virgem Maria, dos Anjos e dos Santos não Mártires; nas solenidades de Todos os Santos (1º de novembro); de São João Batista (24 de junho) e nas festas de São João Evangelista (27 de dezembro). A cor branca é também usada na celebração da Cadeira de São Pedro (22 de fevereiro) e na conversão de São Paulo (25 de janeiro)” (cf. IGMR, n. 346).

As cores dourada e prateada podem ser usadas nos dias festivos em substituição ao branco.

A cor azul também pode ser usada nas Festas e Solenidades da Santíssima Virgem Maria.

Vermelho

Lembra o fogo do Espírito Santo, por isso é a cor de Pentecostes. Também lembra sangue, e é a cor usada nas Festas dos Santos Mártires, no Domingo da Paixão (Domingo de Ramos) e na Sexta-feira Santa.

Roxo

A cor roxa é usada no Tempo do Advento e da Quaresma. Pode usar-se também nos Ofícios e Missas de defuntos.

Preto

A cor preta pode ser usada, onde for costume, nas Missas pelos defuntos conforme está na “IGMR”. Esta é uma cor pouco utilizada.

Rosa

O rosa é usado, onde for costume, nos Domingos Gaudete (III do Advento) e Laetare (IV da Quaresma).

Assim, sobre as vestes e ornamentação é importante observar a tradição no uso das cores litúrgicas, pois os Documentos da Igreja sempre trazem orientações adequadas.

A Instrução Redemptionis Sacramentum, no número 127, ensina que, “a fim de conservar o patrimônio da Igreja, é impróprio estendê-las às inovações, para que assim não se percam os costumes transmitidos e o sentido de que estas normas da tradição não sofram menosprezo, pelo uso de formas e cores de acordo com a inclinação de cada um”. Ou seja, a Igreja proporciona, dentro do contexto litúrgico, as cores próprias para cada tempo e momento; com isso, não cabe decisões pessoais sobre qual cor utilizar na liturgia.

A Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium expressa que “é desejo ardente da Mãe Igreja que todos os fiéis cheguem à plena, consciente e ativa participação nas celebrações litúrgicas, que a própria natureza da liturgia exige e que é, em virtude do seu batismo, um direito e um dever do povo cristão”.


Conheça alguns termos Litúrgicos

 ALELUIA: Palavra hebraica – Louvai o Senhor. É uma expressão de alegria que se usa principalmente na aclamação ao Evangelho: abundantemente no tempo pascal. Não se usa no tempo da quaresma.


AMÉM: Palavra hebraica que alguns traduzem por assim seja. O Apocalipse (3.14) chama Jesus de o Amém, e a II Carta aos Coríntios (1.20) afirma que é em Jesus que dizemos Amém. Santo Agostinho diz que o nosso Amém é a nossa assinatura, o nosso compromisso.


DOXOLOGIA: Fórmula de louvor que geralmente se usa em honra a Santíssima Trindade. Na liturgia recebem o nome doxologia o “Glória ao Pai…”, “Glória a Deus nas alturas” e o “Por Cristo, com Cristo em Cristo…”, no final da oração eucarística.


EPICLESE: Oração da missa com a qual se invoca a descida do Espírito Santo, antes da consagração, santifique as oferendas e após a consagração.


EPÍSTOLA: Na antiguidade, comunicação escrita de qualquer tipo. O Novo Testamento contém vinte e uma epístolas ou cartas. As epístolas normalmente tratam de temas gerais e são dirigidas não a uma pessoa em particular, mas ao público em geral.


EXÉQUIAS: Ritos em favor dos fieis falecidos.


HOSANA: Palavra de origem hebraica que significa salva-nos! Foi proclamada pelas multidões que foram ao encontro de Jesus em sua entrada solene a Jerusalém, pra indicar sua rela dignidade messiânica (cf. Mateus 21,9). Esta palavra aparece após o prefácio, na aclamação: Santo, Santo, Santo…


KYRIE ELEISON: Expressão grega que significa Senhor, piedade, é uma invocação antiga mediante a qual os fiéis imploram a misericórdia do Senhor.


MEMENTO: Parte da oração eucarística em que se recordam os vivos e os falecidos.

O espaço para a Celebração

 ALTAR 

Mesa fixa ou móvel destinada á celebração eucarística.

AMBÃO OU MESA DA PALAVRA 

Estante de onde proclama a palavra de Deus.


PIA BATISMAL 

Lugar reservado para a celebração do batismo.


CREDÊNCIA

Mesinha onde se colocam os objetos litúrgicos que serão utilizados na celebração.


NAVE DA IGREJA

Espaço reservado para os fiéis.


PRESBITÉRIO 

Espaço ao redor do altar, geralmente um pouco elevado, onde se realizam os ritos sagrados.


SACRISTIA

Sala anexa á igreja onde se guardam as vestes dos ministros e os objetos destinados às celebrações; também o lugar onde os ministros se paramentam.

Turíbulo, galhetas, Naveta você sabe o que são?

 Cálice

Objeto onde é colocado o vinho, durante a celebração na hora da consagração esse vinho se torna o Sangue de Cristo. Quando for manejá-lo tenha cuidado e o segure com as duas mãos, uma na sua base e outra sobre ele. Para não confundir o cálice com a Âmbula repare que ele não tem tampa.

Âmbula ou Cibório

Objeto onde são guardadas as partículas da comunhão (hóstias), que na hora da consagração se tornam o Corpo de Cristo, cuidado ao manejá-las porque geralmente carregamos mais de uma, então a segure firme. Repare que a âmbula (ou cibório) tem tampa, algumas ainda têm uma “capinha” chamada conopeu.


Galhetas

São duas pequenas “garrafinhas” que podem ser tanto de vidro ou de louça. Nelas ficam a água e o vinho (que mais tarde é consagrado como o Sangue de Cristo) segure-as com cuidado para evitar acidentes. A galheta com água é usada novamente após a comunhão na purificação do cálice.


Turíbulo

É um compartimento onde o incenso é queimado. Seu manejo requer atenção, pois ao se balançar numa igreja temos que tomar o cuidado para não acertar os outros. São usadas quatro vezes numa cerimônia normal: Entrada, Evangelho, Ofertório e Consagração. Também pode ser usado em outras partes dependendo do tipo da celebração. O coroinha ou acólito encarregado do turíbulo é chamado de turiferário.


Naveta

Pequeno compartimento onde é guardado o incenso que é usado no Turíbulo vem acompanhado de uma pequena “colherinha” que o celebrante usa para colocar as pedras de incenso dentro do Turíbulo o Coroinha ou Acólito encarregado da naveta é chamado de naveteiro.


Incenso

Resina de aroma suave. Produz uma fumaça que sobe aos céus, simbolizando as nossas preces e orações a Deus.


Sineta ou Carrilhão 

É usada para chamar a atenção da assembléia na parte mais importante da missa, a Consagração. Seu uso requer um pouco de experiência.


Crucifixo

Geralmente é usado em missas campais (fora da igreja) onde não se tem um pregado a parede. Ele deve ficar sobre o altar e com a face de Jesus voltada para o Padre e de costas para o resto da assembléia.


Cruz Processional

Utilizada na entrada da missa e em procissões.


Castiçal 

Local onde a vela fica durante a celebração, existem vários modelos de diferentes tipos e tamanhos. Algumas vezes é solicitado aos coroinhas segurarem o castiçal ao lado da mesa da palavra durante a proclamação do Evangelho.


Ostensório ou Custódia

É usado em situações onde o Santíssimo é exposto ao povo, para manejá-lo é necessário muita atenção com suas pontas e para não deixá-lo cair pois é um material muito frágil e geralmente tem uma tampa de vidro no centro, que com uma queda pode ser quebrar e ainda se a hóstia consagrada estiver dentro dele temos que manuseá-lo com o véu umeral.


Círio Pascal 

Vela grande, que é benzida solenemente na Vigília Pascal do Sábado Santo e que permanece nas celebrações até o Domingo de Pentecostes. Acende-se também nas celebrações do Batismo.


Sacrário 

Local onde ficam armazenadas as hóstias consagradas, geralmente fica uma luz vermelha ao seu lado indicando a presença do corpo de Cristo. Quando entramos na Igreja e vemos essa luz acesa temos que ter o maior respeito pois estamos dentro da casa de Deus e Jesus está conosco.


Patena

Pequeno prato de metal onde fica a hóstia que o padre eleva na consagração. Em algumas comunidades os coroinhas a usam para na hora da comunhão não deixar que a hóstia oferecida pelos ministros e padres ao povo não caia no chão.


Pala 

Pequeno pedaço de plástico ou papelão que é usado para cobrir o cálice para protegê-lo.


Sanguinho ou Sanguíneo 

Pano de linho que é usado para fazer a purificação do cálice, das âmbulas e da bem como os dedos e os lábios após comungar.


Manustérgio

Pequena toalha que é usada pelo sacerdote para enxugar as mãos.


Corporal

Pano branco de linho, que, estendido sobre o altar, recebe sobre si a patena com a hóstia grande, o cálice com o vinho e as âmbulas com as hóstias pequenas. É também sobre ele que se coloca o ostensório e a teca.


Teca ou Pixed

Pequeno compartimento usado pelos ministros da comunhão para levar o Corpo de Cristo aos doentes da comunidade.


Bolsa de Viático

Bolsa, de tamanho pequeno, quase sempre de pano, em que é colocada a teca em que são levadas as Hóstias consagradas aos doentes e idosos.


Caldeira ou Caldeirinha 

Local onde fica a água benta que o padre asperge sobre a comunidade ou algum objeto que vai ser benzido.


Asperges 

Usado junto com a caldeirinha para aspergir a água benta sobre o povo ou algum objeto. tem diversos tamanhos e modelos.


Bacia 

Composto por uma jarra e uma bacia, é onde o padre lava sua mão durante a celebração.

Altar